Sou psicólogo formado pelo UNISAL – Americana, com prática clínica orientada pela psicanálise freudiana e lacaniana.
Ao longo da minha trajetória, construí uma formação sólida em instituições tradicionais da psicanálise, mantendo meu compromisso com os três pilares essenciais da clínica: análise pessoal, supervisão e estudo teórico constante.
Ofereço uma escuta ética, atenta e acolhedora, dedicada ao cuidado com o sofrimento psíquico.
Minha especialidade é a escuta clínica psicanalítica. Atuo a partir das ideias de Freud e Lacan, buscando compreender o sofrimento do sujeito em sua singularidade — seus sintomas, angústias e sua relação com o desejo e o inconsciente. Atendo demandas como depressão, ansiedade, luto e melancolia, oferecendo um espaço de escuta para que algo novo possa emergir no processo analítico.

A adolescência é uma fase marcada por intensas transformações físicas e psíquicas. O atendimento psicanalítico oferece um espaço de escuta acolhedora para que o adolescente possa expressar suas angústias. Também é oferecido suporte aos pais, auxiliando no manejo das expectativas e inquietações diante desse período de transição.

Voltado a sujeitos que enfrentam diferentes formas de sofrimento psíquico — como ansiedade, depressão, luto, conflitos internos ou relacionais. O processo analítico possibilita a elaboração dessas questões, promovendo maior clareza sobre os próprios impasses e modos de existência.

Esse espaço é dedicado à escuta das angústias relacionadas ao envelhecimento, perdas físicas e sociais, e transformações na identidade. O trabalho analítico busca ressignificar essas experiências, oferecendo acolhimento e possibilidades de elaboração.

A modalidade online mantém os mesmos fundamentos éticos e técnicos do atendimento presencial. É uma alternativa eficaz, especialmente para quem busca conforto, flexibilidade ou reside em outras localidades.
A análise ajuda a decifrar o que está por trás dos sintomas, como angústia, ansiedade ou tristeza. Ela não trata apenas o efeito, mas investiga a causa.
Através da escuta analítica, é possível reconhecer padrões inconscientes e desejos reprimidos, promovendo um encontro mais honesto consigo mesmo.
Luto, perdas, frustrações e vivências traumáticas podem ser ressignificadas no processo analítico, possibilitando novas formas de lidar com a vida.
Na análise, cada sujeito tem um tempo e um ritmo próprios. É um espaço íntimo, sem pressa, onde a fala encontra seu lugar com liberdade e escuta ética.
Momento inicial de escuta e acolhimento para o sujeito apresentar sua demanda. Período em que se faz uma sondagem para conhecer o caso em questão. Deixamos o paciente falar livremente sobretudo e lhe damos apenas os esclarecimentos que forem indispensáveis à continuação de sua narrativa.
O tempo da sessão pode variar entre 45 ou 50 minutos, porém não é uma regra. Minha formula preferida é um tempo variável, mas que não seja breve. Aprecio um ritmo que convém a minha forma de escutar e intervir.
O valor das sessões é definido na entrevista inicial, e pode ser encarada como primeira sessão comigo
O tempo que pode levar o tratamento é uma questão muito difícil de responder, deste modo, propõe-se uma experiência por algum tempo para em seguida apresentar uma resposta mais segura.
Essa peça do imobiliário tornou-se um símbolo da psicanálise. Freud nomeou como um certo cerimonial da situação analítica convidar o paciente a se deitar em um divã, enquanto ficava sentado atrás dele, fora de sua vista.
Lacan, conservou a condição do divã, assim, como as entrevistas preliminares como duas condições intimamente ligadas, pois a indicação do divã, pontua o fim das entrevistas preliminares, marcando a entrada em análise. O deslocamento da poltrona para o divã permite ao analista manejar a sessão de acordo com a única regra da psicanálise imposta ao analisante: a associação livre.






